Os benefícios da sua empresa deixam você feliz?

A cultura e a dinâmica das empresas mudaram muito nos últimos anos e isso fica explícito com os novos benefícios. Hoje é bastante comum ter espaços e momentos para o cuidado do corpo e da mente, por exemplo. No escritório do Facebook Brasil, existe uma sala destinada à prática da yoga, que pode ser usada durante todo o dia. A mesma empresa possui ilhas de alimentos saudáveis espalhadas pelos andares. Não tão saudável, mas igualmente delicioso, o benefício da Fini é ter docinhos liberados durante todo o expediente.

 

E parece que conquistar seus colaboradores pelo estômago é uma estratégia de benefícios que dá certo! Recentemente li uma reportagem sobre a Descomplica, uma startup que oferece almoço e café da manhã todos os dias para seus colaboradores. Parece ótimo, não?!

 

Aposto que parte de vocês já ficou com vontade de enviar o currículo e desfrutar desses benefícios, né?! Mas esse não é o foco hoje! Quero conversar um pouco sobre discursos a respeito da cultura e benefícios oferecidos aos colaboradores. Vamos nessa?

 

A empresa dos sonhos

Voltemos ao caso da startup. A empresa também criou comitês pra definir qual a localização do novo escritório. Ficou claro que é uma startup que considera seu público interno relevante e se preocupa com a sua opinião e seu bem-estar. Mas, saindo um pouco dessa “empresa dos sonhos”, vamos falar da sua empresa. Os benefícios e os discursos correspondem ao que você sente na pele? Você sente sua valorização como funcionário no dia a dia?

 

Vamos dar mais um tempinho para você refletir….

 

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Essa equação entre o discurso e os benefícios da empresa e sua experiência no dia a dia, é sentida pelo seu corpo. Seja uma equação positiva ou negativa. Empresas em que têm o discurso e a realidade alinhados, resultam em funcionários mais satisfeitos e mais produtivos. Seja em uma empresa dos sonhos ou não! Mas existem empresas que oferecem ótimos benefícios, mas seus pontos negativos que sobressaem. Outras ainda pregam boas práticas não as aplicam. E o resultado dessa equação também é sentido pelo corpo dos colaboradores.

 

Pense sobre isso! Estamos começando a falar sobre corpomídia..

 

No dia a dia corporativo, ao entender o corpo como corpomídia, conseguimos perceber o adoecimento das pessoas como um sintoma estratégico de sobrevivência. Mas esse assunto fica para outra oportunidade!

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